No Reino de Landria
No reino de Landria, viviam sogam e sagam, além de soflis, dafas, mongos e samalandras.
O principal ogam chamava-se Lermin; ninguém, no reino, sabia dizer qual a idade exata dele, mas todos sabiam que tinha mais de um século de vida.
Lermin conhecia todos os mistérios da estaflor: árvores, arbustos, folhas e flores, tronco e raiz, tudo era conhecido por ele, pois manipulava a Energia de todas as plantas, curando, renovando, revigorando.Por tudo isso, ele era muito admirado e amado naquele reino.
Com seu enorme chapelão verde e sua túnica esverdeada, ele vagava pela estaflor, conversando com plantas e animais, sentindo a energia do Ar, da Terra, da Água e do Fogo, e sempre, espalhando e ensinando união e amizade para todos os seres que ali viviam.
Naquele reino, vivia uma linda dafa chamada Luzades; ela estava sendo preparada para ser uma agam e para isso, precisava estar sempre atenta á Vida, dentro do reino.Ela sabia que tinha uma longa jornada pela frente; precisava aprender a descobrir o Mistério no Óbvio, e o Óbvio no Mistério. Era aquela a lição mais importante, mas também a mais difícil...Sabia que, uma vez, sagrada agam, iria para um outro reino chamado Sabril, onde havia muitas crianças precisando reencontrarem a Magia, para crescerem e serem ainda mais humanas.Sabia, também, que, lá, conheceria muitos amigos, inclusive, uma dafa diferente chamada Nilan. Depois, elas se separariam e Luzades conheceria novos amigos, vivendo novas aventuras. Desejava muito ser agam e conhecer outros reinos, outros amigos, outras formas de vida e de energia, além de outras formas de amor.
Ela tinha aprendido a respeitar as diferenças, dentro do reino; todos sempre queriam o seu conselho, quando Lermin estava ausente. Os mongos convidavam-na para cear, em seus cogumelos; as dafas gostavam de voar, com ela, pela estaflor; os soflis viajavam, com ela, pelos tovens, e as samalandras dançavam com ela, dentro do gofo.
Quando acontecia um incêndio na estaflor, ela chamava os soflis, que vinham, com seus tovens, para apagar as chamas.Quando havia muitas ervas daninhas e preguiçosas querendo crescerem junto ás ervas sadias, Luzades chamava as samalandras, que com seu gofo, queimavam as malfeitoras, fazendo com que as outras pudessem crescer e vicejar. Quando alguma planta adoecia, chamava os mongos, que sempre cuidavam e curavam a plantinha doente. Quando quem adoecia era um animal ou uma flor, podia sempre contar com as dafas, que, rapidamente, tratavam e curavam.
Lermin sempre dizia que ela tinha o Dom de comunicar-se e restabelecer a Harmonia do Reino e que este Dom precisava ser aprimorado e preservado de todo o Lam que, eventualmente, encontraria, em sua jornada de agam.
_E é assim que começa a história da Maga da Seda, Mona, amanhã, continuo,ok?-Termina Anelise, acariciando os cabelos de sua sobrinha, que sorrindo, fecha os olhos e adormece.
Até hoje, ainda não entendia o porquê, mas sempre sentia algo diferente quando contava essa história...!!!
Apaga a luz do quarto, sem perceber os vaga-lumes e os pequenos seres, que fagueiros, chegam, aproximando-se da cama de Mona, encantados com a inocente face da menina...
No reino de Landria, viviam sogam e sagam, além de soflis, dafas, mongos e samalandras.
O principal ogam chamava-se Lermin; ninguém, no reino, sabia dizer qual a idade exata dele, mas todos sabiam que tinha mais de um século de vida.
Lermin conhecia todos os mistérios da estaflor: árvores, arbustos, folhas e flores, tronco e raiz, tudo era conhecido por ele, pois manipulava a Energia de todas as plantas, curando, renovando, revigorando.Por tudo isso, ele era muito admirado e amado naquele reino.
Com seu enorme chapelão verde e sua túnica esverdeada, ele vagava pela estaflor, conversando com plantas e animais, sentindo a energia do Ar, da Terra, da Água e do Fogo, e sempre, espalhando e ensinando união e amizade para todos os seres que ali viviam.
Naquele reino, vivia uma linda dafa chamada Luzades; ela estava sendo preparada para ser uma agam e para isso, precisava estar sempre atenta á Vida, dentro do reino.Ela sabia que tinha uma longa jornada pela frente; precisava aprender a descobrir o Mistério no Óbvio, e o Óbvio no Mistério. Era aquela a lição mais importante, mas também a mais difícil...Sabia que, uma vez, sagrada agam, iria para um outro reino chamado Sabril, onde havia muitas crianças precisando reencontrarem a Magia, para crescerem e serem ainda mais humanas.Sabia, também, que, lá, conheceria muitos amigos, inclusive, uma dafa diferente chamada Nilan. Depois, elas se separariam e Luzades conheceria novos amigos, vivendo novas aventuras. Desejava muito ser agam e conhecer outros reinos, outros amigos, outras formas de vida e de energia, além de outras formas de amor.
Ela tinha aprendido a respeitar as diferenças, dentro do reino; todos sempre queriam o seu conselho, quando Lermin estava ausente. Os mongos convidavam-na para cear, em seus cogumelos; as dafas gostavam de voar, com ela, pela estaflor; os soflis viajavam, com ela, pelos tovens, e as samalandras dançavam com ela, dentro do gofo.
Quando acontecia um incêndio na estaflor, ela chamava os soflis, que vinham, com seus tovens, para apagar as chamas.Quando havia muitas ervas daninhas e preguiçosas querendo crescerem junto ás ervas sadias, Luzades chamava as samalandras, que com seu gofo, queimavam as malfeitoras, fazendo com que as outras pudessem crescer e vicejar. Quando alguma planta adoecia, chamava os mongos, que sempre cuidavam e curavam a plantinha doente. Quando quem adoecia era um animal ou uma flor, podia sempre contar com as dafas, que, rapidamente, tratavam e curavam.
Lermin sempre dizia que ela tinha o Dom de comunicar-se e restabelecer a Harmonia do Reino e que este Dom precisava ser aprimorado e preservado de todo o Lam que, eventualmente, encontraria, em sua jornada de agam.
_E é assim que começa a história da Maga da Seda, Mona, amanhã, continuo,ok?-Termina Anelise, acariciando os cabelos de sua sobrinha, que sorrindo, fecha os olhos e adormece.
Até hoje, ainda não entendia o porquê, mas sempre sentia algo diferente quando contava essa história...!!!
Apaga a luz do quarto, sem perceber os vaga-lumes e os pequenos seres, que fagueiros, chegam, aproximando-se da cama de Mona, encantados com a inocente face da menina...
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